terça-feira, 2 de outubro de 2012

Gian Lorenzo Bernini


O maior escultor do século XVII e também um extraordinário arquitecto.
Nasceu em Nápoles, Reino de Nápoles [Itália], a 7 de Dezembro de 1598;
morreu em Roma, Estados do Papa, a 28 de Novembro de 1680.
Começou a sua vida artística com o pai, Pietro Bernini, um escultor de talento de Florença que foi trabalhar para Roma. O trabalho do jovem foi notado pelo pintor Annibale Carracci, começando desde logo a trabalhar para o papa Paulo V, o que lhe facilitou a sua independência. Influenciado pela escultura Grega e Romana em mármore, que conheceu nas colecções do Vaticano, também conhecia bem a pintura renascentista de princípios do séc. XVI. De facto, o conhecimento da obra de Miguel Ângelo nota-se no seu São Sebastião, de 1617, realizado para o cardeal Barberini, o futuro papa Urbano VIII, que se tornou o patrono mais importante de Bernini.
Mas o seu primeiro patrono foi o cardeal Borghese. Foi para ele que Bernini esculpiu os seus primeiros grupos escultóricos como o Eneias, Anquises e Ascânio fugindo de Tróia, de 1619, Plutão e Proserpina, de 1622 e o David, de 1624. Com estas obras, realizadas em tamanho real, conjugadas com os bustos executados também neste primeiro período da sua actividade, Bernini cortou com a tradição de Miguel Ângelo, criando um novo período na história da escultura da Europa ocidental.
Com a eleição de Urbano VIII, Bernini passou a trabalhar muito intensamente, passando também a trabalhar em pintura e a fazer arquitectura a pedido do papa. O seu primeiro trabalho arquitectónico foi a remodelação da Igreja de Santa Bibiana em Roma. Ao mesmo tempo, Bernini foi encarregado  de construir uma estrutura simbólica sobre o túmulo de São Pedro na Basílica de S. Pedro em Roma. O resultado foi o enorme e famosíssimo Baldaquino dourado construído entre 1624 e 1633. O baldaquim,  uma fusão completamente original e sem precedentes entre escultura e arquitectura, é considerado o primeiro monumento verdadeiramente barroco, tendo-se tornado o centro da decoração projectada por Bernini para o interior da Basílica de S. Pedro. O seu trabalho seguinte foi a decoração dos quatro pilares que sustentam a cúpula da basílica, com quatro estátuas colossais, sendo que só uma delas foi desenhada por ele. Ao mesmo tempo realizou vários bustos, alguns de Urbano VIII, sendo o melhor da série o do seu primeiro patrono, o do cardeal Borgheses, de 1632.
As obrigações arquitectónicas de Bernini aumentaram quando Carlo Maderno morreu em 1629, tendo o escultor passado a acumular não só as funções de arquitecto de São Pedro como as do Palácio Barberini. As obrigações eram tantas que teve recorrer a assistência de outros artistas, tendo sido bastante bem sucedido na organização do seu estúdio, tendo conseguido manter a consistência do seu trabalho, tanto na escultura como nas ornamentações. O seu trabalho estava de acordo com as conclusões do Concílio de Trento, realizado entre 1545 e 1563, que tinham afirmado que a função da arte religiosa era ensinar e inspirar os fiéis, assim como servir de propaganda da doutrina da Igreja Católica Romana, defendendo que a arte religiosa devia ser inteligível e realista, e acima de tudo servir como estimulo emocional à religiosidade. Bernini tentou sempre conformar a sua arte a estes princípios.
Assim o artista começou a produzir vários tipos inovadores de monumentos - não só túmulos como também fontes. O túmulo de Urbano VIII, realizado de 1628 a 1647, é um dos melhores exemplos desta nova arte funerária, assim como a fonte de Tritão, na Praça Barberini (1642-1643), o é para estas obras. Mas o trabalho de Bernini nem sempre foi bem sucedido, e quando em 1646 as torres sineiras, que tinha erguido na fachada de S. Pedro criaram fissuras no edifício, tendo que ser retiradas, o artista caiu temporariamente em desgraça.
As obras mais espectaculares de Bernini foram realizadas entre os anos 40 e os anos 60 do século XVII. É a Fonte dos Quatro Rios na Piazza Navona de Roma, realizada entre 1648 e 1651; o Êxtase de Santa Teresa (1645-1652), que mais do que uma escultura é uma cena realizada por meio da escultura, da pintura e da iluminação.
A preocupação de Bernini em controlar o ambiente em que as suas estátuas se encontravam, levou-o a concentrar-se cada vez mais na arquitectura. A sua igreja mais impressionante é a de Santo André no Quirinal, edificada entre 1658-1670, em Roma. Mas a sua realização mais impressionante em arquitectura é a Colonata que rodeia a Praça de S. Pedro.
Em 1657 começou o Trono de São Pedro, ou Cathedra Petri, uma cobertura em bronze dourado do trono em madeira do papa, que foi terminada em 1666, ao mesmo tempo que realizava a colonata. Continuando os seus retratos em bustos de mármore, esculpiu em 1650 um de Francisco I d'Este, duque de Modena. 
Em 1665 viajou para Paris, aceitando finalmente um dos muitos convites de Luís XIV. Tendo ofendido os seus hóspedes, ao elogiar a arquitectura italiana em comparação com a francesa, os seus planos de remodelação do Louvre acabaram por não ser aceites, tendo realizado unicamente um busto de Luís XIV.
As últimas esculturas de Bernini, as realizadas para a Capela Chigi na Igreja de Santa Maria del Popolo, em Roma, e os Anjos que deveriam estar na ponte de Sant'Angelo, continuaram a tendência das figuras que decoram o Trono de S. Pedro: corpos alongados, gestos expressivos, expressões mais simples mas mais emocionadas.
O último grande trabalho de Bernini foi a simples Capela Altieri na Igreja de São Francisco a Ripa, de 1674, em que a arquitectura, a escultura e a pintura têm cada uma objectivos separados e bem claros, numa solução mais tradicional do que a da Capela Cornaro.
Bernini morreu aos 81 anos, tendo servido oito papas, e sendo considerado pelos seus contemporâneos, não só o maior artista europeu, como uma dos suas mais importantes personalidades. Foi o último dos génios de valor universal nascidos em Itália, e ajudou a criar o último estilo italiano a tornar-se uma norma internacional.
A sua morte marca o fim da hegemonia italiana na arte da Europa.
                          
 
   
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A New York de J. Victtor


Procurando imagens sobre NY, encontrei o trabalho do artista J. Victtor e fiquei encantada pelo seu traço e visão, ele é mineiro tem seu Atelier em Santa Teresa (RJ), sua veia artística é de família,neto, filho, sobrinho e irmão de fotógrafos, trabalhou com publicidade e estudou pintura no Liceu de Artes e Ofícios. Seusdesenhos e pinturas são incrivelmente coloridos e cheios de vida,relatam o cotidiano do trânsito pelo mundo de uma maneira muito peculiar. A descrição que está em seu website mostra perfeitamente o que podemos captar olhando seus desenhos.
"... Inquieto, seu olhar busca na bagunça da cidade a beleza invisível aos olhos dos transeuntes. Seu trabalho é a tomografia das artérias de um corpo vivo, desse lugar onde vivemos. É a sedução de vitrines e cartazes transformada em manchas claras e acesas, junto com faróis de carros, sinais, luzes dos postes. Massas de carros e ônibus têm suas cores representadas em movimentos que vão além do olhar comum. Nesse universo, os prédios são quase sempre o céu."

Para entrar em contato direto com Jorge (21) 2210-0747 / 9613-6799 



Celebrity Style


Pequenos e grandes detalhes para inspirar nossa decor e começar a semana estrelada.

Reciclagem


Alguns produtos e embalagens recicláveis já possuem o símbolo de reciclagem para facilitar na hora de saber o que vai ou não para a coleta seletiva:
                                                                   
                   
Importante: mesmo que o produto não contenha o símbolo de reciclagem ele pode ser reciclável. 
É importante saber que tipos de material estarão sendo recolhidos e encaminhados, qual a forma de armazenamento e qual a quantidade mínima a ser destinada à cooperativa/empresa. Pode-se começar com apenas alguns tipos de materiais e ampliar gradativamente. 
Em se tratando de um condomínio, escola ou empresa é importante haver uma pessoa ou grupo responsável pela coordenação do programa de coleta seletiva. É fundamental fazer a divulgação explícita e permanente dos preços obtidos com a venda dos materiais e das quantidades coletadas por tipo de material.

Como separar
Para a separação do material, basta ter em casa dois recipientes: um para o lixo úmido e rejeitos a serem recolhidos pela Companhia de Limpeza da Cidade e outro recipiente para o lixo seco: plástico, metal, vidro e papel, todos devidamente lavados e/ou limpos e secos. 
No caso de condomínios, escolas ou empresas, pode-se aumentar o número de recipientes destinados à coleta seletiva, identificando-os por cores e tipos de material: 

PAPEL
VIDRO
METAL
PLÁSTICO
ORGÂNICO
REJEITO
·                     Azul - Papel;
·                     Verde - Vidro;
·                     Amarelo - Metal;
·                     Vermelho – plástico;
·                     Marrom – Orgânico;
·                     Cinza – Material sujo e que não serve para a reciclagem.
É importante estabelecer um local prático e de fácil acesso para a colocação desses recipientes. Procure saber se existem na região grupos de catadores, sucateiros, ferros-velhos (geralmente eles só pegam grandes quantidades de material), ou iniciativas comunitárias e de organizações não-governamentais. Clique aqui para procurar em sua cidade quem recebe os materiais.



SORTEIO DE NATAL


Curta e preencha o formulário. PRONTO, vc está participando do sorteio de NATAL.

Tudo colorido

Esse mix de cores é super vibrante, acho difícil alguém conseguir ficar parado ou em silêncio em um ambiente assim. A invasão de luz da primeira foto contribuiu para completar o cenário. Essa mistura fica retro e totalmente hippie na segunda imagem, e também bem alegre. Excesso de cor e de informação mas ao mesmo tempo organizado, acho que não da para ser diferente com tantas cores. O que vocês acham de um ambiente assim?