terça-feira, 31 de julho de 2012

Tons de verde na decoração


março 28, 2012 por blog la vinci
Trago hoje decoração com toques de verde! Vou confessar que não sou muito fã de verde na decoração, mas adorei todas as decorações que trouxe para vocês e com certeza usaria na minha casa numa boa!!! Se você gosta de coisas mais discretas é só apostar numa almofada, num jarro verde… Mas se você gosta de ousar mais nas cores você pode usar também uma parede verde, um sofá, uma cortina, ai vai do gosto de cada um mesmo! Confiram as imagens abaixo e comentem, quero saber o que vocês estão achando.
Bom gosto e sofisticação, essa é a cara da Eliseu A Oliveira Representações.  
Clique no link abaixo e confira!

Projeto 10^100: a tecnologia para mudar o mundo


Por: rcruz
Fonte: planetasustentável.abril.com.br/blog
A preocupação em usar as tecnologias para algum fim social é constante, inclusive em grandes empresas. Pode-se ver o crescimento de inúmeros projetos usando as ferramentas necessárias para promover o desenvolvimento humano ou sanar um determinado problema de uma comunidade. A grande questão é que boas ideias estão espalhadas pelo mundo, e não concentradas perto de quem possui a verba para financiar estes projetos.
O Google abriu em outubro de 2008 um concurso para ideias que possam modificar o mundo. No ano seguinte, durante um mês, abriu uma votação pública para que qualquer um conseguisse eleger as melhores 16 ideias entre as 154 mil enviadas. Hoje, finalmente, foram anunciadas as cinco vencedoras que dividiram o prêmio de US$ 10 milhões cedidos pela empresa.
O legal é ver que as ideias envolvem os conceitos tão interessantes da cultura de rede, como educação à distância, transparência pública e educação em áreas técnicas (hoje, por exemplo, o Brasil sofre pela falta de profissionais especializados).
Cada vez mais, projetos sociais estão ganhando espaço na rede para sanar problemas. E cada vez fica mais fácil de se conseguir financiamento. As empresas já veem a rede como um belo meio para se promover a ajuda social. Até o governo, por exemplo, promove editais focados em apenas cultura digital.
Vale prestar atenção nessas iniciativas e em outros projetos espalhados pelo mundo. São nas pequenas organizações que estão as grandes ideias para modificar o mundo.

Laudo técnico traz segurança a imóveis

Por admin em Construção Civil no dia 4 de novembro de 2010

Antes de um novo projeto imobiliário sair do papel e começar a ser erguido, algumas construtoras podem encomendar o chamado laudo de vistoria de vizinhança. Apesar de não ser obrigatório, o documento traz a avaliação do estado construtivo dos imóveis situados num raio de 20 metros da obra a ser realizada.
“A vistoria, feita por um especialista, precisa verificar o interior e exterior das casas, edifícios (incluindo os apartamentos) e galpões situados nesse perímetro”, explica a engenheira Rejane Berezovky, diretora-secretária do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape).
Estudo – A finalidade é ter à disposição um relatório que mostre se já existiam problemas (ou não) antes da construção. Acaba sendo uma segurança tanto para a construtora, quanto para os moradores, caso surja algum problema nos imóveis devido ao impacto da construção.
O exame inclui a análise de itens como o tipo de construção (casa, apartamento), uso (residencial ou comercial), padrão (econômico, alto, médio), descrição da obra (se é de alvenaria, concreto, metálica) e estado construtivo (se possui trincas, fissuras ou outros problemas).
“Se o dono de um imóvel alegar, por exemplo, que o muro de sua casa foi danificado devido às obras do edifício, com o laudo é possível comprovar se a reclamação procede”, diz Berezovky.
Proteção – “Em certa ocasião, uma construtora encomendou o laudo do imóvel vizinho, um edifício comercial”, conta a engenheira. “Ocorre que esse imóvel possuía trincas no hall do térreo, que iam aumentando ao longo dos andares mais altos. No último piso, o prédio estava rachado ao meio.”
Nesse caso, de posse do laudo, ficou provado que as rachaduras já existiam antes da construção no edifício (que tinha mais de 40 anos) protegendo a construtora de reclamação indevida.
Mas o inverso também funciona. “Certa vez, um grupo de moradores de casas encomendou o laudo técnico, já que a construtora não havia pedido o estudo”, lembra a especialista. “Quando o solo foi escavado, houve solapamento (escorregamento) do solo e alguns muros foram lesados. No início, a construtora não queria repará-los e os vizinhos entraram na Justiça. Graças ao documento, as duas partes fizeram um acordo no início do processo judicial.”
Para que a empresa de engenharia possa fazer a vistoria no interior dos imóveis vizinhos à construção, uma carta é enviada pela companhia explicando objetivo e procedimento com um pedido de autorização.

Venha!! Abra e assista!!



Nosso maior desejo é lhe atender com seriedade!!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pra conhecer mais...

Em junho, o crédito imobiliário cresceu 18%



Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança atingiram R$ 7,4 bilhões, em junho, 18% mais do que os R$ 6,3 bilhões emprestados em maio. 
O volume emprestado no primeiro semestre foi praticamente igual ao do mesmo período de 2011. Como efeito da desaceleração da atividade, na comparação entre junho de 2012 e junho de 2011, notou-se recuo de 5%.
Mas, a comparação entre os 12 meses (julho de 2011 a junho de 2012) e os 12 meses anteriores dá a medida do vigor das operações do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O volume de empréstimos no período, de R$ 80 bilhões, superou em 15% o montante apurado nos 12 meses passados.
Financiamentos Imobiliários - Unidades - Em junho, foram financiados 41,8 mil imóveis, alta de 20% em relação a maio. Na comparação com junho de 2011, um dos melhores meses de atividade do período, houve recuo de 10%.
Por número de unidades, em 12 meses, foram financiados 470,8 mil imóveis en-tre julho de 2011 e junho de 2012, ligeira alta em relação à soma dos 12 meses precedentes.
No primeiro semestre do ano foram financiadas 214,3 mil unidades, número 9% inferior ao mesmo período do ano passado.
Poupança: saldo e captação - Em junho, os depósitos nas cadernetas de poupança superaram os saques em mais de R$ 4 bilhões, segundo melhor resultado do ano. Considerando apenas os meses de junho, a captação líquida do mês foi a maior dos últimos dez anos.
Em termos acumulados, a captação líquida entre janeiro e junho deste ano foi positiva em R$ 12,5 bilhões, superando os R$ 9,4 bilhões apurados no ano passa-do inteiro. No primeiro semestre do ano passado, a captação líquida foi negativa em R$ 147 milhões.
Entre junho de 2011 e junho de 2012, graças à competitividade dos depósitos de poupança, o saldo das cadernetas no SBPE cresceu 14,1%.
Fonte: Abecip

ABNT abre comissão de estudo sobre reformas em edificações



Reunião será dia 8/8 no SindusCon-SP 


A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) vai abrir comissão de estudo para elaborar texto sobre reformas em edificações no próximo dia 8/8, às 10 horas, no SindusCon-SP (Rua Dona Veridiana, 55 – 1º andar – Santa Cecília - São Paulo). Serão iniciados trabalhos para elaboração da nova Norma que vai definir as regras sobre o assunto, abrangendo projeto, execução, segurança e controle em obras.

O Sindicato será representado pelo engenheiro e assessor da VP de Tecnologia e Qualidade, Ronaldo Sá, que vem atuando em diversas comissões de Normalização, entre elas a Norma de Desempenho e a Norma de Manutenção de Edifício.
Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail rose.lima@sindusconsp.com.br.

Fonte: Secovi - SP

O valor de uma árvore


Por: Giuliana Capello
Fonte: planetasustentavel.abril.com.br
Você alguma vez já se perguntou quanto vale uma árvore? Ou já se viu encantado por um exemplar específico que, de algum jeito, tocou seu coração pela beleza, pela grandeza, pela cor de suas flores ou pela resistência às chuvas e ao frio intenso? Várias vezes, quando estou na ecovila ou mesmo na cidade,observo as árvores em busca de histórias que elas possam me contar. Bem perto da minha casa, no alto do morro, tem uma araucária belíssima, frondosa, que deve ter uns 50 ou 60 anos, talvez. De braços abertos, é ela quem me recebe na varanda quando chego para me deliciar com o horizonte, sempre em metamorfoses. Sinto uma força interna extra quando olho para aquele ser imponente, que parece abraçar todo o vale. Era assim também com a amoreiraem frente à minha antiga casa em São Paulo. Era ela quem anunciava a mudança das estações, com suas folhas cobrindo o chão de cores, ou seus frutos maduros à espera da colheita – se bem que, verdade seja dita, nos últimos tempos ela parecia meio perdida, fora do tempo, talvez por conta das alterações que causamos no clima…
Durante toda a minha vida, sempre cultivei amizades especiais com árvores. Lembro-me da jovem tipuana que ficava na calçada da casa da minha infância. Ela foi cenário e parte importante de muitas brincadeiras minhas e da minha irmã, e até do nosso gatinho Dudu, que tinha um dom especial de subir em segundos até o último galho – e descer sozinho, ufa!, muito tempo depois. Tínhamos o hábito de sentar debaixo dela para jogar dominó, bater papo, tomar sorvete ou simplesmente receber por alguns minutos alguém que chegava dizendo não ter tempo nem para um cafezinho.
Mesmo no interior, no entanto, há quem se incomode com as árvores. Já vi muita gente pedir à prefeitura a poda da árvore, porque ela “sujava” o quintal ou a calçada. Poucos são aqueles – e sempre vistos como saudosistas – que enaltecem a árvore como um patrimônio a ser preservado e respeitado. Parece incrível que, mesmo com tantas campanhas e obviedades explícitas, ainda exista quem não repare ou faça questão das frondosas e generosas árvores.
Aqui em Piracaia, SP, o projeto de reforma da praça do Rosário, uma das principais da cidade, parece não ter levado em conta as árvores centenárias que tornam o lugar agradável e aconchegante. Por alguma razão que não tem razão alguma, além do antigo coreto que foi demolido, o projeto prevê o corte de sete grandes árvores. Não é maluco que a reforma de uma praça implique a eliminação de árvores? O que é uma praça sem suas árvores?!? Tudo bem que o lugar é palco frequente de festas populares, como as festas juninas e as quermesses do feriado de Corpus Christi. Mas, suprimir árvores para instalar quiosques ou aumentar a área impermeável, definitivamente, não me parece nada plausível.
É aí que entra uma nova moda, que ultimamente tenho visto com olhos bastante desconfiados: a tal da (badalada) compensação. Agora, toda ação humana que incorre em crime ambiental parece passível de compensação. Basta plantar umas árvores em qualquer canto para que todos pensem que está tudo certo. É estranho porque, muitas vezes, a ideia de compensar vem antes do princípio de se evitar o estrago. Como no caso da praça, será que o projeto não poderia considerar as árvores e transformá-las, quiçá, em protagonistas – ao contrário de serem encaradas como obstáculos a serem transpostos?
Tirar daqui e colocar ali, quando se fala em natureza, não é tão simples como contar dois mais dois ou cantarolar Escravos de Jó.  Ainda que a prefeitura divulgue que irá plantar 100 árvores para cada exemplar suprimido da praça, ficam as perguntas: onde ela irá plantar? Quem irá cuidar dessas mudas? Quanto tempo levará para que essas árvores atinjam a maturidade daquelas que foram cortadas? Vale a pena? Por quê? Para quê? Há quem se impressione com os números e até ache que a prefeitura está agindo como um fervoroso ambientalista, ao multiplicar por cem o número de árvores existentes hoje. Na prática, o que ficará, no entanto, será uma praça com menos passarinhos, mais cimento e um saque na verba municipal suficiente para construir uma nova escola – ou até duas, que poderiam, com sorte, ensinar aos mais novos lições realmente importantes.
(Feito o desabafo) Deixo para os amantes das copas bojudas, um trecho da música Paineira Velha, da dupla Tonico e Tinoco…
“Paineira velha abandonada
Lá na estrada de meu sertão
Tens uma história de meu passado
Que está guardada no coração
(…) Paineira velha fiel amiga
Nossos destinos são sempre iguais
Se estou contente você florece
Quando eu padeço suas flores caem
Nascemos juntos, paineira velha
Vamos morrer nesta união"

O que fazer com áreas abandonadas.


Por: Thiago carrapatoso
Fonte: planetasustentável.abril.com.br/blog

A situação da terra está cada vez mais na pauta de várias iniciativas. Conforme as cidades crescem, questiona-se o deuso de áreas vacantes e supostamente abandonadas, sejam terrenos ou prédios inteiros.
O centro de São Paulo, por exemplo, é uma região com diversos edíficios que foram abandonados por seus donos por não darem o esperado lucro aos seus proprietários. São edificações vazias que não exercem a função social de moradia (previsto no Estatuto da Cidade) e que devem milhões de reais em IPTU para os cofres públicos. São esses lugares que os movimentos de moradia ocupam para dar um teto às pessoas em situação de rua ou reaver o direito à cidade pelos cidadãos com menor poder aquisitivo.
Diversas iniciativas questionam o que fazer com essas áreas. Eu já comentei sobre o 596 Acres aqui, e agora aparecem mais duas que possuem os mesmos interesses.
O [im]possible living (ou vida [im]possível, em tradução livre) quer mapear os prédios vacantes no mundo e incentivar a ocupação dessas edificações quando possível. A ideia é formar uma rede e dar subsídios e orientações para as pessoas de como usar o prédio abandonado. No Brasil, é direito se apropriar de uma casa ou apartamento que estejam abandonados não cumprindo sua função social de moradia. São esses tipos de dicas e informações que o projeto quer dar ao público.
Já o Wasteland Twinning (geminação de terrenos baldios) brinca com o conceito de geminação de cidades para chamar a atenção para os terrenos abandonados. Como diz sua página, “subvertendo o conceito de geminação de cidades que equipara os bens culturais mais previsíveis e mudando o foco para terrenos vazios, novas questões sobre valor e função emergem. Wasteland Twinning quer desenvolver o entendimento sobre as potencialidades dessas áreas por meio de modelos de prática transdisciplinares”. Um dos argumentos para a importância dessas áreas é que elas são um respiro no meio do processo urbanizatório das cidades, impermeabilizando o solo e sendo local para biodiversidade. No fim, elas podem ser uma alternativa sustentável ao desenvolvimento das cidades.
Áreas abandonadas, agora, terão novas significações.

O que é Silvicultura?


Fonte: Site Remade
Conheça as técnicas da silvicultura utilizadas para melhorar a qualidade da madeira
Silvicultura é a ciência dedicada ao estudo dos métodos naturais e artificiais de regenerar e melhorar os povoamentos florestais com vistas a satisfazer as necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, é aplicação desse estudo para a manutenção, o aproveitamento e o uso racional das florestas. Busca ainda auxiliar na recuperação das florestas através do plantio de espécies nativas.
De um modo geral, pode-se melhorar, modificar, controlar ou minimizar os fatores que afetam a qualidade da madeira por meio de tratos silviculturais. Os tratamentos silviculturais mais empregados no Brasil, com o intuito de alterar a qualidade da madeira são o espaçamento, fertilização, controle de pragas e plantas invasoras, desbastes e podas. 

Fertilização
As alterações nas condições de crescimento devido à aplicação de fertilizantes ou qualquer outro tratamento silvicultural são frequentemente associadas às alterações na qualidade da madeira. A aplicação de fertilizantes em povoamentos florestais pode acarretar alterações na densidade da madeira e, consequentemente, nas propriedades físico-mecânicas. A adubação pode alterar a estrutura anatômica da madeira e a constituição química da parede celular. 

Espaçamento
Um menor número de plantas por hectare pode levar à formação de ramos com maiores diâmetros, redução da desrama natural e do volume a ser obtido no primeiro desbaste, além de apresentar a primeira tora para serraria bastante cônica; por outro lado, um maior número de árvores por hectare pode levar à competição entre árvores antes da idade do primeiro desbaste recomendado (4 anos), com diâmetro bastante reduzido das árvores. 
No caso do eucalipto, se o objetivo do manejo é a obtenção de madeira para serraria e postes, não se recomendam espaçamentos menores que 3,0 x 2,5 m, sugerindo densidades entre 2.000 a 1.200 plantas por hectare. 

Desbastes 
Os desbastes são cortes parciais feitos em povoamentos imaturos, com o objetivo de estimular o crescimento das árvores remanescentes e aumentar a produção de madeira de melhor qualidade. Entende-se como melhor qualidade árvores de maiores dimensões, possibilitando a utilização em produtos sólidos, como serraria e laminação. As coníferas são mais frugais que as folhosas ou as espécies de rápido crescimento do gênero Eucalyptus. 

Desrama 
A desrama ou poda consiste na eliminação dos ramos laterais do tronco da árvore, com o objetivo de produção de madeira livre de nós. Embora muitas espécies como o Eucalyptus apresentem desrama natural, a permanência dos ramos secos nas idades jovens ou a retirada dos mesmos ocasionam problemas de nós na madeira e a formação de bolsas de resina. 
Tanto a presença de nós como as bolsas de resina diminuem a resistência física das peças de madeira e prejudicam a aparência. A poda nas plantações industriais de eucalipto melhora a qualidade da madeira, livrando-a dos nós e diminuindo a conicidade do tronco.


sexta-feira, 27 de julho de 2012

O Charme da Iluminação Colorida

* Vania Burigo
O ambiente está todo pronto: cortinas, almofadas, tapetes e quadros, mas falta alguma coisa... Às vezes falta um ar mais descolado ou um toque de irreverência para personalizar o espaço. Nada melhor para dar um clima diferente na decoração já pronta do que investir uns poucos reais (no máximo R$10,00) em lentes coloridas para lâmpadas dicróicas.
Podemos transformar ambientes do dia para noite, no sentido literal. De manhã, podemos ter uma sala toda branca, fresca e clean e à noite, deixá-la com uma luz âmbar, bem aconchegante.
Na banheira ou no Box, uma luz azul é super relaxante e nosso banheiro, à noite, deixa de ser aquele lugar comum e se transforma em spa.
Um canto do quarto com uma luz quente alaranjada cria um clima bonito e sensual. Que, aliás, disfarça as indesejáveis imperfeições da pele e deixa todo mundo com jeito de modelo fotográfico. 
Um quarto de menina estiloso tem de ter luz rosa perto do espelho. A magia da luz colorida envolve e ajuda a sonhar. Para os meninos adeptos de futebol ou surf, cor verde ou azul.
E na praia, quem não quer uma varanda com luz indireta lilás? Nos jardins esta cor fica incrível perto das plantas e foge do tradicional refletor verde.
Lembro de uma casa em Gramado (RS) com uma iluminação de jardim tão perfeita, com toques brancos e azulados, que temos a sensação que está nevando. São efeitos cenográficos que podemos ter em nosso dia a dia.
Na foto ao lado, temos um quarto de hóspedes mobiliado com um colchão sobre um estrado de madeira escura. A luz rosa e as almofadas bordadas fazem o estilo new hippie. Não é uma ótima experiência se hospedar na casa de amigos com todo este charme? E este recurso é muito prático; cansou, retira as lentes ou troca de cor.

Anjo adere ao selo do Bairro da Juventude



A Anjo assinou parceria com o Bairro da Juventude no Selo Amigos do Bairro da Juventude, que consiste no uso de um selo social em produtos industrializados e/ou comercializados, visando a canalização de determinado valor à entidade. 

Representando a empresa, o coordenador de marketing, Charles G. Martins, falou sobre esta nova parceria. “A Anjo sempre busca aliar sua marca com instituições que possuem crédito. O Bairro da Juventude além de fazer um trabalho fundamental na região com crianças e jovens, também tem transparência e credibilidade nacional”, pontuou.

Como novo apoiador, a Anjo recebeu um certificado de empresa socialmente responsável. “A participação do empresariado se torna fundamental para a sequência de nossos projetos. Que a iniciativa da Anjo possa sensibilizar outras empresas em torno de nossa campanha”, revelou a diretora do Bairro da Juventude.

Anjo e Caldeirão Cores e Tintas na ExpoAcre

Marca Anjo está presente na feira como parceira da loja Candeirão Cores e Tintas

O cliente Caldeirão Cores e Tintas está expondo na ExpoAcre em Rio Branco (AC) e a Anjo está presente nesta feira através de uma parceria. O objetivo é fortalecer a marca Anjo, por isso o cubo light está presente no estande, juntamente com os produtos inovadores como os thinners ecoeficientes, massa corrida super leve, esmalte alto sólidos, entre outros.

O evento iniciou dia 21/07 e segue até dia 29/07. A expectativa é de passarem 250 mil visitantes na feira.

Observação de aves


Por: planetasustentavel.abril.com.br/especiais/aves
OBSERVAÇÃO DE AVES / BIRD WATCHING
O Brasil está entre os três países com maior diversidade de pássaros do mundo. E isso certamente explica parte do crescimento da prática de birdwatching no pais: afinal, há espécies de montão para observar, ouvir e se deleitar. E sua profissionalização ainda pode nos tirar do primeiro lugar no ranking de pássaros ameaçados de extinção, transformando observadores de aves em fiscais voluntários da natureza, perfeitos aliados da preservação.
Este especial, que celebra o lançamento do aplicativo de Aves do Brasil – Mata Atlântica, explica o que é birdwatching, como surgiu, quem pode praticar, material necessário, código de ética e glossário. Ainda traz reportagem sobre a prática no Brasil e uma entrevista com Luís Fábio Silveira, diretor do Museu de Zoologia da USP. Boa leitura!
O QUE É
A observação e o estudo das aves na natureza. A atividade pode ser feita a olho nu ou com o auxílio de binóculos e câmeras. A observação de aves envolve também a audição, já que grande parte dos pássaros pode ser notada e identificada mais rapidamente pelos sons.
A principal motivação dos adeptos da observação de aves é recreativa e social – o que distancia esta atividade da ornitologia, que utiliza métodos científicos mais formais para o estudo dos pássaros.

HISTÓRICO
            Os primeiros registro da mudança no foco da observação de aves datam do final do sec.18.  Anteriormente estudadas devido à sua utilidade, principalmente na alimentação, as aves passaram a ser também objeto de análise por seus aspectos estáticos.  No final do sec. 19, com o aumento das preocupações com a conservação das espécies, a atividade ganhou popularidade.
A organização em rede dos observadores de pássaros propiciou o surgimento de publicações específicas sobre o assunto – em 1967, John Gooders lançou o livro Where to Watch Birds (Onde Observar Aves), que vendeu 250 mil cópias em diversas edições.
A mobilidade trazida pela popularização do transporte aéreo fomentou a observação de aves transnacional.  Em 1965, a empresa britânica Ornitholudays oferecia pacotes de viagens para a realização da atividade em diversos países.

QUEM PODE PRATICAR
A atividade do observador de pássaros consiste basicamente de saídas de campo em busca de aves em seu ambiente natural.  Os locais de observação vão desde jardins, praças e parques urbanos, passando pela zona rural, campos, matas e florestass.  Resumindo, onde há aves em liberdade, existe potencial para a realização do birdwatching.
As ocorrências são geralmente anotadas e compartilhadas através de redes de observadores de aves.  Boa parte dos observadores sai a campo com aparelhos fotográficos.  O registro dos pássaros avistado para plataformas colaborativas online, onde as imagens são analisadas e possíveis dúvidas sobre a classificação das aves são discutidas.

MATERIAL DOS PROTICANTES
A discrição é essencial para os praticantes de birdwatching.  Para não afugentar as aves, é necessário passar despercebido – procure utilizar roupas em tons neutros como cáqui ou verde oliva e evitar odores estranhos à natureza.
Os binóculos são essenciais para avistar os animais mais distantes e escondidos em meio às árvores, além do equipamento de registro das ocorrências (bloco de anotações, câmera fotográfica, filmadora e gravador para o registro do canto das aves).
Os observadores utilizam também guias sobre as espécies locais para identificar as ocorrências.  Recomenda-se também o conhecimento prévio do ecossistema visitado para diminuir o risco de acidentes.

Governo vai criar um centro de pesquisa para construção civil


Por Lessandra Lara em Notícias no dia 15 de agosto de 2011
Na última quinta-feira (11), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, assinou um documento para implantar, em parceria com entidades do setor, um centro tecnológico destinado à pesquisas no setor da construção civil.
O centro denominado Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) faz parte das estratégias do governo, junto ao setor privado, para aumentar a produtividade do setor e solucionar problemas como a falta de mão-de-obra qualificada.
O Pisac será implantado no campus da Universidade de Brasilia (UnB), na cidade Gama, em parecria com a Câmara Brasileira da Indústria de Construção, Sindicato das Indústrias da Construção Civil (SindusCon), Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário, governo do Distrito Federal e com a empresa britânica Building Research Establishment.
O ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, junto ao Governo do Distrito federal e empresas do setor, destinaram 25 milhões de reais para a primeira etapa do centro.
Durante a reunião, também, foi anunciada o investimento em outros projetos. A ministra de Planejamento, Miriam Belchior, disse que o governo tem a intensão de investir 125,7 bilhões de reais na segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, para a construção de 2,6 milhões de moradias até 2014.

Estratégias empresariais para sua empresa


Conheça as vantagens da gestão estratégica


Pode-se encarar estratégia a partir de três pontos de vantagem: desenvolvimento da estratégia; implementação da estratégia (colocar a estratégia em ação); e controle estratégico (modificar a estratégia ou a implementação dela para assegurar que os resultados desejados sejam alcançados).

Uma estratégia de negócio tem diversas características específicas. O processo de formulação da estratégia não resulta em qualquer ação imediata. Em vez disso, estabelece as direções gerais nas quais a posição da empresa crescerá e se desenvolverá.

Portanto, a estratégia deve ser usada para gerar projetos estratégicos através de um processo de busca. O papel da estratégia, nessa busca, é primeiro lugar o de focalizar a atenção em áreas definidas pela estratégia e, em segundo, o de excluir as possibilidades não identificadas que sejam incompatíveis com a estratégia.

O livro Coleção – Gestão Empresarial possui o capítulo intitulado Estratégias Empresariais, que oferece uma visão geral sobre estratégia empresarial e a importância para o mundo dos negócios, resgatando conceitos de autores clássicos e de outros mais modernos. Além disso, apresenta aspectos modernos do conceito de pensamento estratégico, passando pela estratégia e criação de valor, a flexibilidade e o processo de definição da estratégia.  

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Meio ambiante - por que custo e não investimento


Por: Giuliana Capello
Fonte: planetasustentavel.abril.com.br/blog

Curioso observar a maneira como os temas socioambientais são tratados no Brasil. Há uma diferença grande no discurso de gestores públicos e empresários ao falar, por exemplo, sobre as dezenas de grandes obras que estão em pauta como parte dos eventos ligados à Copa e às Olimpíadas – sem esquecer que a mídia agora decidiu botar o Brasil na moda: o país das oportunidades (que, às vezes, parece mais o país dos oportunistas…). Somando-se aí as obras do PAC, as hidrelétricas sem cabimento, as obras faraônicas que ficam paradas e depois exigem mais e mais dinheiro para serem restabelecidas (exemplo disso é a polêmica transposição do rio São Francisco, que passou de estimados R$ 4 bilhões para mais de R$ 8 bilhões), temos aí o cenário de um Brasil que enxerga tudo como investimentos necessários, reflexo dos “bons ventos do progresso” que andam movimentando a economia do país. E ninguém reclama, porque ainda acredita ser este o caminho.
Agora, se o assunto diz respeito à construção de aterros sanitários, tão importantes para conter o crescimento da poluição de nossos rios e também do solo, além, é claro, da ligação profunda e já conhecida entre lixo e saúde pública,os tais investimentos saem de cena para dar lugar a uma expressão mais pejorativa, para dizer o mínimo: custos. É impressionante como quase tudo que tem a ver com a conservação de nossos bens naturais, de nossa biodiversidade, adquire o peso de serem gastos, ônus, verba que poderia ser empregada em outros setores (?!?!); nunca investimentos, nunca dinheiro bem investido. Pode uma coisa dessas?!
Ontem mesmo li uma reportagem que falava que o Brasil precisa construir 450 aterros para reduzir o problema dos resíduos despejados incorretamente na natureza (na prática: na beira de córregos, em lixões a céu aberto e por aí vai), a um custo de R$ 2 bilhões. Custo? Gente, isso seria fantástico e representaria um investimento de apenas R$ 2 bilhões. Ok, não é pouco dinheiro, sei disso, mas na comparação com o que tem sido (mal) feito com nossos impostos…
A população precisa começar a olhar isso com mais atenção, notar o quanto o discurso ambientalmente correto de algumas lideranças difere da prática, das ações que realmente chegam a sair do papel.
Se todos esses chamados investimentos necessários para fazer o Brasil crescer e oferecer mais e mais empregos à população (para que, como contrapartida, ela aumente seu poder de consumo e descubra necessidades antes inexistentes em suas vidas, objetos de desejo que viram mais valiosos que água), enfim, se esses gastos com obras de infraestrutura não se sustentam em bases e princípios sustentáveis, mas são apenas necessidades imediatistas para o país “fazer bonito lá fora” com uma imagem que vá além do carnaval, das belas praias e do futebol, lamento, mas o plano tem tudo para dar muito errado.
Em plena escalada de desafios socioambientais, em plena época de combate ao aquecimento global e às mudanças do clima, o Brasil se faz de míope para questões como fomento às energias renováveis (ainda precisamos excluir as hidrelétricas dessa lista, se quisermos avançar nisso com consciência),incentivo às práticas mais sustentáveis, planos de mobilidade urbana que coloquem as pessoas em primeiro lugar (e não os carros e suas montadoras)e outros tantos temas mais do que relevantes, cruciais.
Enquanto despoluir rios, investir em produção orgânica de alimentos, construir estações de tratamento de esgoto, aumentar as possibilidades de deslocamentos nas cidades com transporte público e exigir estudos de impacto socioambiental para obras que nem o mais genial dos cientistas conseguiria prever com baixas margens de erro, enquanto tudo isso for absolutamente e tão somente custos para o país – socorro, barco à deriva! – os brasileiros ainda estarão caminhando numa direção que nada, repito, nada tem de sustentável. Sejamos minimamente coerentes, sem pose de bons mocinhos ou hipocrisia. Isso cansa e enraivece até devotos da Madre Teresa…
Sabe, é engraçado como fazemos jeitinho de gente boa por aí. Uma pesquisa feita por uma construtora paulista mostrou que seus clientes estão sensibilizados pelas questões ambientais, acham realmente importante pensar em aumentar nosso nível de sustentabilidade e tal. Mas quando o assunto é botar a mão no bolso ou mudar algum comportamento para ajudar isso a acontecer, a boa vontade para por aí. Ninguém quer pagar a conta, mas também ninguém percebe que as escolhas nossas de cada dia só fazem aumentar a conta ambiental que, uma hora ou outra (a partir de hoje, de agora mesmo) cairá repentinamente sobre nossas cabeças.
Separei para você assistir uma animação que fala do Homo consumus, uma espécie que habita o planeta Terra e não tem a menor consciência do quanto suas ações estão destruindo sua própria casa. Um marciano com cara de monstrinho está analisando a espécie e propõe uma saída: a evolução do Homo consumus para o Homo responsabilus… Quem sabe um dia… quem sabe… Vale a pena assistir e refletir.

Cores neutras dão um ar de classe e requinte ao ambiente


abril 12, 2012 por blog la vinci
Quem acha que cores neutras na decoração é sem graça e fora de moda está enganado, os tons pastéis ainda bastante usados, dão um ar de classe e requinte ao ambiente, deixando-o mais amplo, claro e chic. Há quem goste de ousar mais um pouco e aposte em usar tons mais fortes e vibrantes na decoração, mas sempre tem alguém que goste de cores mais neutras e frias. E hoje o post é dedicado à elas. Confiram!!!





quarta-feira, 25 de julho de 2012

Mistura de cores na decoração


fevereiro 27, 2012 por blog la vinci
Trouxe hoje algumas imagens lindas para inspirar vocês e mostrar que na decoração vale tudo mesmo até a mistura cores que antes pareciam não se misturar. A quem opte por uma decoração mais clean, mas temos que concordar que a combinação de cores deixa o ambiente bem mais alegre e bonito não é mesmo? Eu simplesmente adorei e com certeza faria na minha casa. E vocês gostam?




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Minha casa minha vida estimula o trabalho de novos empreiteiros


Por Lessandra Lara em Construção Civil no dia 21 de fevereiro de 2011

O programa habitacional do governo, Minha Casa, Minha Vida, tem estimulado o trabalho de novos empreiteiros independentes.
De acordo com as estatísticas da Caixa Econômica Federal os empreiteiros nessas condições são classificados como “financiamentos a pessoas físicas”, pois os construtores utilizam dinheiro próprio para realizar os projetos e quem se responsabiliza pelas dívidas no banco são os compradores. Como esses empreiteiros não realizam o financiamento pela Caixa para fazer a obra, os mesmos ficam livres da fiscalização durante a construção, mas se beneficiam dos subsídios oficiais.
No entanto, a ausência de fiscalização faz com que os novos empreiteiros não cumpram devidamente os padrões estipulados pelo programa para realizar as obras. Dessa forma, é comum após a entrega dos imóveis encontrar problemas como infiltração, mofo, rachaduras e alagamento.
No período de nove meses o número de casas financiadas saltou de 80.389, em março do ano passado, para 217.524, no último mês de 2010.

Escassez de engenheiros preocupa o setor da construção civil


Por Lessandra Lara em Construção Civil no dia 4 de março de 2011

Apesar do grande crescimento da construção civil no país, a falta de engenheiros tem preocupado o setor. Em 2010 foram abertas mais de 11 mil postos de trabalho para profissionais formados na área, sendo que os Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (creas) de todo o Brasil concederam registro a 6.529 engenheiros civis. Mesmo sem disponibilizar o a contratação de arquitetos, os dados indicam que estão faltando profissionais para suprir a grande demanda da construção.
Esse aperto no setor é recente. Na última década foram concedidos 54,8 mil registros de engenheiros civis e criados 44,4 mil postos de trabalho. De acordo com o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo, a falta de engenheiros é porque “muitos profissionais de engenharia atuam em outras áreas, depois de formados”. Apenas 30% dos engenheiros civis formados no país trabalham no setor.
Melo ainda afirma que “os dados são alarmantes, especialmente quando analisamos o número de universitários que cursam e os que saem das faculdades de engenharia”.  Para o representante do Confea a evasão escolar dificulta o recrutamento de novos profissionais. “A formação de segundo grau é muito deficiente e, por isso, muitos estudantes desistem dos cursos depois de sucessivas reprovações em disciplinas como Cálculo”, explica Melo.
Segundo o Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) o patamar de crescimento de profissionais será de 4,5% em 2011, e a preocupação é que poderá haver escassez de áreas específicas de engenharia no Brasil.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante disse, na semana passada, que o Brasil vai ter que acelerar com a formação de tecnólogos que é mais curta do que o bacharelado em engenharia.
Preocupados em suprir a falta de profissionais, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) já entrou em contato com a embaixada de Portugal para discutir a possibilidade de importação de engenheiros do país europeu.

Engenharia civil sustentável


Fonte: Revista Construção Mercado

Laudos e perícias contribuem para tornar edificações mais eficientes
A relevância da questão ambiental é uma das poucas unanimidades mundiais da atualidade a merecer especial atenção de todos, principalmente dos profissionais da área tecnológica, dentre eles os peritos de engenharia e avaliações.
Sabendo-se que a questão energética é estratégica para o meio ambiente, principalmente devido ao gás carbônico emitido na queima de combustíveis fósseis e florestas, fica evidente que as obras da Engenharia estão diretamente relacionadas com a problemática do efeito estufa, merecendo estudo para minimizar o caráter poluidor.
O impacto da construção civil no meio ambiente é significativo, pois as edificações consomem aproximadamente 50% da energia mundial (construção e manutenção), 25% para a indústria e os demais 25% para o transporte, de acordo com dados da Associação de Estudos Geobiológicos da Espanha, na Jornada de Bioconstruccion (Madrid 1996), estudo de Sofia Bealing & Stefan e Philip Steadman. 
Outros dados importantes sobre o impacto da construção civil no meio ambiente foram destacados pelo engenheiro Luiz Henrique Ceotto, na série de artigos publicados na revista Notícias da Construção, do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em novembro de 2006. 

Especial destaque para:
-  Geração de 35% a 40% de todo resíduo produzido na atividade humana.
-  A construção e reforma dos edifícios produzem cerca de 400 kg por habitante anualmente, volume quase igual ao do lixo urbano.
- A produção de cimento gera de 8% a 9% de todo o CO2 emitido no Brasil, sendo 6% somente na descarbonatação do calcário.

Medidas para reduzir os impactos
Dessa forma, é necessário adotar medidas para minimizar os impactos da construção civil no meio ambiente, cabendo destacar:

1.    Redução do consumo de energia;
2.    Redução do consumo de água;
3.    Aumento da absorção da água da chuva;
4.    Redução do volume de lixo e maior facilidade de reciclagem;
5.    Facilidade de limpeza e manutenção;
6.    Utilização de material reciclado;
7.    Aumento da durabilidade do edifício;

Pode-se acrescentar também a facilidade de condições de uso e preservação ambiental das edificações, inclusive com o treinamento dos funcionários e usuários, como outro fator para evitar desperdício e poluição.
O mesmo ocorre nas demais áreas da Engenharia, pois são diversas as possibilidades de minimizar o impacto ambiental das criações, construções, destruições e reciclagens das obras.
As auditorias preconizadas pela Engenharia Diagnóstica não podem prescindir de recomendações quanto à sustentabilidade, principalmente nas fases do planejamento, projeto e execução, pois nestas etapas há possibilidades (aproximadamente 80%) de intervenções na vida útil futura de uma edificação.
É recomendável, na fase inicial, preocupar-se com a melhoria do desempenho quanto ao consumo de energia, emissão de CO2 e resíduos, em vez de fixar exclusivamente na redução de custos dos empreendimentos, como ocorre normalmente.
No decorrer da construção e manutenção restam, portanto, apenas 20% de possibilidades de intervenções que favoreçam a sustentabilidade, mas, nessas fases, ocorrem os principais gastos da vida útil da edificação, motivo de atenções quanto à economia de energia e preservação do ambiente, destacando-se a relevância do enfoque da sustentabilidade nas inspeções prediais.
Os problemas técnicos apurados nas perícias também podem merecer o enfoque da sustentabilidade, pois os reparos ou correções técnicas das anomalias devem ser executados em condições e oportunidades adequadas, inclusive com vistas ao aproveitamento máximo da vida útil do sistema.